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Incêndios na Argélia deixam ao menos 12 mortos; presidente decreta luto nacional

Incêndios no nordeste da Argélia, concentrados em Jijel e províncias vizinhas, mataram pelo menos 12 pessoas, deixaram dezenas de feridos e causaram danos a casas, terras e gado.

Incêndios na Argélia deixam ao menos 12 mortos; presidente decreta luto nacional
Imagem de capa: laloking97 [2] — CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons.
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Incêndios florestais no nordeste da Argélia causaram ao menos 12 mortes e dezenas de feridos, segundo autoridades. O presidente Abdelmadjid Tebboune decretou três dias de luto nacional, com bandeiras a meio mastro e cancelamento de eventos culturais e esportivos.

Incêndios em Jijel: imagens divulgadas e localidades atingidas

As chamas avançaram por vilarejos na província de Jijel, quase 350 km a leste de Argel, em incidentes registrados entre 26 e 27 de agosto. Imagens filmadas por um usuário do Instagram em Agbala em 26 de agosto mostraram um fogo cercando uma casa; vídeos publicados no dia 27 pelo Serviço de Proteção Civil da Argélia exibiram bombeiros combatendo incêndios que varreram encostas montanhosas.

Em Bordj Tahar, apontada como uma das áreas mais afetadas, moradores retornaram a casas e terras agrícolas danificadas enquanto equipes iniciavam trabalhos de limpeza. Outras localidades citadas pelas autoridades e pelas imagens incluem Acherar, Anchid, El Ouadia e Taghrast.

Relatos oficiais também registraram perdas de animais de criação nas áreas atingidas: cerca de 400 animais teriam morrido, segundo os informes reunidos pelas autoridades.

Equipes de resposta começaram a restabelecer a eletricidade e a limpar as zonas atingidas, conforme as operações de emergência prosseguiam para permitir o retorno seguro de moradores às suas propriedades.

Vítimas, feridos e escala dos focos

O ministro do Interior, Saïd Sayoud, informou que cinco pessoas morreram em Jijel, quatro em Béjaïa e três em Tizi Ouzou, totalizando pelo menos 12 óbitos confirmados até o balanço divulgado por autoridades.

As autoridades de saúde registraram 54 pessoas hospitalizadas com queimaduras, das quais seis estavam em estado grave no momento do relatório.

Segundo o Serviço de Proteção Civil, foram registradas 193 ocorrências de incêndio nas 24 horas anteriores ao balanço, das quais 46 permaneciam ativas quando o levantamento foi divulgado.

Coordenação governamental e medidas imediatas de resposta

O primeiro‑ministro Sifi Ghrieb visitou Jijel em 27 de agosto para avaliar danos e coordenar as ações de resposta locais, segundo comunicados oficiais citados na cobertura.

As equipes no terreno concentram‑se em restabelecer serviços essenciais, como eletricidade, em áreas onde moradores já retornam, além de limpar propriedades e estradas afetadas pelas chamas.

Autoridades de saúde continuam a atender os feridos internados; o relatório oficial mencionou o número de hospitalizados e os casos em estado grave, sem detalhar, por enquanto, prognósticos individuais.

O presidente Abdelmadjid Tebboune declarou três dias de luto nacional: bandeiras a meio mastro e o cancelamento de eventos culturais e esportivos foram anunciados como parte da medida.

O que está confirmado e as lacunas nas informações

Confirmado pelas autoridades: incêndios que atingiram o nordeste da Argélia provocaram ao menos 12 mortes, dezenas de feridos e danos a residências, terras agrícolas e animais em múltiplas localidades das províncias de Jijel, Béjaïa e Tizi Ouzou. O Serviço de Proteção Civil compilou 193 ocorrências em 24 horas, com 46 focos ainda ativos no momento do balanço.

Não está confirmado, nas informações disponíveis até agora, qual foi a causa precisa dos incêndios, o número final de imóveis destruídos nem a extensão completa de eventuais evacuações além de relatos de retorno de moradores a áreas específicas. A cobertura consultada também menciona o aquecimento global e a mudança climática como contexto, sem atribuir explicitamente as causas dos focos a esses fatores.

Próximas atualizações a acompanhar conforme os informes oficiais: a evolução do combate aos focos ainda ativos, novos balanços sobre vítimas e feridos internados, e levantamentos oficiais sobre danos materiais e medidas de apoio às comunidades afetadas.

Fonte consultada: Euronews - World News

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